Fanfics From Mars

Fanfics sobre Bruno Mars e os Hooligans.

dowhatmyhipsdo asked: simplesmente AMEIIIIII sua fanfic :DD vc escreve muitooo muitoo bem serio!! vou começar a ler novamente e espero que começo uma nova

Awww, obrigada de verdade! Eu espero começar uma nova também, só não sei quando. Espero ter tempo. Por enquanto não dá, mas quem sabe no futuro?

cassiainez asked: owm q limdo eu adorei, vc vai fazer uma segumda temporada desta huistoria ou vc vai comesaar a fazer outra ??bom imdependemte do q seja nao pare de escrever, pq vc e muito boa no q faz!!! bjs

Eu pretendo começar uma novinha em folha, só não sei quando.

Aww, muito obrigada!

Beijos!

allsheknowsfiction asked: owwwwwn que pena que acabou! Começa outra looogo! *o*

Acaboooou ): Mas você gostou? Se tudo der certo, começarei outra em breve! :)

Top Of The World - Capitulo 87 - O FINAL

Um mês depois…

Luzes.

Marie estava cega e meio aérea. Ela estava acostumada a estar do lado de lá. Ser (tão) fotografada ainda era estranho, mas ela estava tentando se acostumar.

Grammy Awards.

Atendendo a pedidos dos fotógrafos, ela se virou para que registrassem a parte de trás do lindo vestido que trajava. Logo em seguida, a inevitável pergunta:

- Who you’re wearing? (“qual estilista está vestindo?”)

Prada. E os sapatos são Versace.

Continuou andando pelo tapete vermelho até que uma mão a segurou pela cintura. Depois, com o belo sorriso de sempre, apontou para ela como quem diz “não olhem pra mim, a estrela é ela!”. Ah, Bruno.

Marie só sorria sem graça. Ele finalmente a abraçou e a beijou. Alguns “aww” ecoaram e ela finalmente se viu tirada do olho do furacão quando entraram no Staples Center.

 - Eles nos amam! Acho que somos os novos America’s sweetheart! (queridinhos da América)

- Eu não teria tanta certeza… Nem exageraria tanto! – comecei a rir.

- Eu não os culpo. Quem não se apaixona por você? Tipo eu, fui fisgado. Tadinho de mim…

Marie deu um tapa em seu peito próximo ao ombro e ele riu.

- Você fala de mim, mas olha pra você, Mr. Mars! Milhões de followers no Twitter, zilhões de Tumblr’s sobre você, discos e músicas que sempre estão entre os mais vendidos…

- Meus Hooligans me ajudam muito, realmente. Mas eu sei que uma boa porcentagem da América não me coloca exatamente num “Top 10 Pessoas Favoritas”…

- Pois eu coloco. E no topo.

Ele a olhou e deu um beijo apaixonado enquanto a sirene de que o prêmio ia começar tocava.

 (…)

“BRUNO MARS!”

Foi o que Marie ouviu pouco antes que as primeiras notas de “Runaway Baby” que ela conhecia tão bem começassem a tocar. Era como se ela tivesse voltado ao início de tudo: Grammy Awards, Bruno Mars, show… Mas agora ela estava do lado de cá. “On the other side”, como o próprio Bruno diria em uma de suas músicas. Aliás, bem do lado de cá. Agora ela era esposa de um dos maiores astros do momento e tinha dois filhos com ele.

Uau.

Ela saiu do transe e pouco depois a apresentação acabou. Um Bruno Mars vestido com um terno dourado e que ainda recuperava o fôlego agradeceu e se despediu da platéia, mandando um beijo em sua direção. Com certeza isso iria estar em todos os jornais no dia seguinte… Mas agora Marie não se preocupava mais, afinal eram casados. Só os habituais “aww” da platéia ainda a deixavam encabulada. Pouco depois ele já estava novamente do seu lado.

 - E aí, o que achou?

- Hm… Já vi melhores.

- Duvido! –ele a abraçou e a deu um beijo risonho.

- Lógico que foi lindo, né, hunf!

A noite prosseguiu e os dois foram para a festa depois. Não ficaram até o fim porque começaram a ficar preocupados com os filhos.

Pais… Todos iguais.

(…)

Alguns dias depois…

Marie estava escrevendo em seu diário.

 

            Um ano havia se passado desde a cerimônia de entrega do Grammy. Não acredito até hoje que tudo isso tenha acontecido, mas acho que a vida às vezes pode nos reservar algumas boas surpresas. Para comemorar a data, resolvi recontar todos os fatos que ocorreram desde então, pois na minha opinião não devemos esquecer as coisas, e sim lembrar-se sempre. Principalmente se forem ruins, pois assim aprende-se com os erros e eles não mais se repetirão. Bom, não é o caso. Algumas coisas ruins aconteceram nesses dois anos, mas a grande maioria foi simplesmente sensacional e me trouxe até aqui…

- O que tanto você escreve aí?

- Coisas.

- Que coisas?

- Quer parar de ser enxerido? – Marie riu.

- Ok, não tá mais aqui quem perguntou… – Bruno fez um biquinho. Na verdade ele não estava nem um pouco chateado. Só mais curioso. Marie ajeitou o chapéu que usava para se proteger do sol e deu um beijo nele.

Havaí. O sol estava se pondo e a hora de ir para casa se aproximava. “Casa”, como Marie chamava, já que na verdade a casa era dos pais de Bruno. Nem é preciso dizer que ele não gostava nada, nada que ela falasse assim. A casa era dos dois, ele insistia.

- Melodie, Prince, hora de irmos! – disse Bruno se levantando e buscando os dois “bebês” – agora com um ano – que estavam sentados na areia fazendo “castelos” (mais parecidos com ruínas, verdade seja dita). Marie foi caminhando à frente. Ela sabia que quando Bruno estava com as crianças ele costumava demorar e não podia se atrasar para a festa. Provavelmente os convidados já estavam chegando na casa dos pais de Bruno e ela ainda tinha que dar banho e colocar outra roupa nos “bebês”. Podia ouvir os risos dos três às costas.

- Olha, eu não queria estragar seu momento pensativo, mas digamos que a fralda da Melodie não está tão melodiosa assim…

- Bruno! – Marie riu.

            (…)

♪ HAPPY BIRTHDAY DEAR PRINCE AND MELODIE… HAPPY BIRTHDAY TO YOU!! ♪

Marie começou a cortar o bolo e a distribuí-lo enquanto via Bruno e os filhos brincando na piscina de bolinha com outras crianças. Os convidados se aproximavam para pegar seu pedaço de bolo. Ele a viu pela janela, entrou e a puxou para um canto. Ela teve tempo de entregar a faca à outra pessoa que continuou a cortar o bolo. As crianças continuaram a brincar lá fora.

- Minha vez de te dar um presente.

- Mas não sou eu que estou fazendo aniversário! – Marie riu.

- Mas a ocasião é… Nós dois – ele disse a beijando enquanto subiam as escadas.

 - Os convidados! – Marie conseguiu dizer antes que ele a beijasse novamente.

A vida não podia ficar mais doce.

Ou podia?

Esse capítulo teve sugestões de @izabelpereira8. Agradeço a todos os leitores da fanfic de todo o meu coração por terem acompanhado a Marie por tanto tempo. Muito, muito obrigada e espero que eu possa voltar a escrever pra vocês! Boas festas a todos :)

inadapta-da asked: ai o tumblr que eu mais amor é o teu </333

Meu Deus, que gracinha! HAHAH
Nem sem o que dizer! Muito, muito obrigada! Eu sei que eu demoro pra postar e tudo, mas eu faço o possível e o impossível pra escrever pra vocês. Fico tão feliz que gostem!
Mais uma vez, obrigada! 

allsheknowsfiction asked: ooooooooooooowwwwwwn *-* Continuaaa! *-*

Vou continuar, pode deixar! :) E obrigaaada!

Top Of The World - Capitulo 86

         - Só mais cinco minutinhos… – murmurou Bruno.

            - Por mim tudo bem, se quiser que seus filhos nasçam aqui mesmo.

            - Filhos? Que fil… AI MEU DEUS! O QUE EU FAÇO?

            - 1: pare de gritar. 2: me ajude a levantar.

            Bruno levantou o mais rápido que pôde – e acreditem, foi muito rápido – e se colocou ao lado de Marie, ajudando-a a se levantar e colocando-a no banheiro, onde a auxiliou como pôde a tomar banho enquanto ia organizando as coisas dela. Marie estava surpreendentemente calma e ia lhe dando instruções do box do banheiro. Ela sabia que tinha que aproveitar enquanto as dores das contrações ainda lhe eram suportáveis. Felizmente tudo estava pronto e eles conseguiram se encaminhar ao hospital antes que a situação piorasse.

            - Tá tudo bem? – Bruno perguntou com um olho no trânsito e outro em Marie, que segurava firmemente o cinto de segurança atravessado no peito.

            - Bem é tudo que não dá pra estar agora. Suportável, talvez.

            - Por favor, agüenta firme – ele tentou procurar sua mão. Infelizmente, ele achou.

            - AAAAAAAAAAAAAAAIIIII – gritaram os dois. Um pela contração, o outro por ter a mão praticamente esmagada.

            - Desculpa, Bruno, mas acho que AAAAAAAAAAIIIII… As contrações chegaram! Será que dá pra acelerar?

            Bruno, afobado como sempre, começou a correr com o carro e a perguntar demais. Ele ficava fazendo a respiração cachorrinho que aprendera no pré-Natal, o que poderia ter feito Marie chorar de rir se ela não estivesse sentindo tanta dor. Contudo, ela tentava ser paciente – não dava pra descontar em quem tentava lhe ajudar e estava se preocupando tanto.

            Quando finalmente chegaram ao hospital, lhe colocaram em uma cadeira de rodas. Marie segurava a barriga como se aquilo fosse proteger os bebês e ao mesmo tempo ajudar a diminuir a dor, mas não resolvia nada. Quando adentraram mais o corredor, finalmente lhe colocaram em uma maca e Bruno foi impossibilitado de entrar. A última coisa que viu foram os olhos de Marie se fechando lentamente…

            - Respiração estável!

            - Anestesia?

            - OK!

            - Pressão arterial?

            - 98 batimentos por minuto! – gritou uns dos médicos.

            - Ok, vamos começar! Bisturi?

            Bruno assistia a tudo pelo vidro. Estava há tempos implorando pra entrar e as lágrimas já lhe vinham ao rosto tamanha a impotência que estava sentindo naquele momento.

            - O senhor é o pai? – disse uma enfermeira prestes a entrar na sala de operações em que Marie estava.

            - Sim!

            - Se prometer que não vai atrapalhar, posso te colocar pra dentro.

            - Pelo amor de Deus, eu juro!

            - Então coloque essas roupas e me avise quando estiver pronto – ela jogou as roupas para ele, que se encaminhou para o banheiro mais próximo após agradecer.

            Ponto de vista da Marie

            - Meus membros estavam todos adormecidos, mas eu ainda podia ouvir a todos os presentes na sala. Isso é normal? Porque gritam tanto? Senti algo gelado na minha barriga, depois percebi que me cortavam. Eu não posso ver, por mais que queira abrir os olhos. Devia sentir dor, mas não sinto. Ainda assim é horrível estar aqui.

            De repente, senti alguém segurar minha mão. Bruno. Eu reconheço sua presença até mesmo sedada, sem poder abrir os olhos. Mas ele não parece tranqüilo. Está acontecendo alguma coisa?

            - A menina não está posicionada!

            Bruno apertou minha mão mais forte. Tem alguma coisa de errado com a minha filha. Mas ela é minha e está correndo perigo, porque não correm, afinal? Eles continuam a remexer em mim, é horrível. Sinto mãos, algo segura minha pele. Me sinto exposta e, de repente, mais leve…

            - Ele é lindo, meu amor… – É a voz de Bruno em meus ouvidos enquanto um choro soa pela sala. Meu filho nasceu, eu quero pegá-lo! Não posso levantar, meus braços não respondem… Mas e a minha filha, porque eu ainda não a ouvi?

            - Vamos ter que virá-la! O cordão vai sufocá-la!

            - Eles continuam a remexer, eu não agüento mais…

            Ponto de vista do Bruno

            - Marie estava perdendo tanto sangue… Eu sou muito mole, mas de repente me senti tão forte, senti que ela precisava de mim. Nosso filho é lindo, mas a menina está tendo problemas… O cordão umbilical está quase sufocando-a porque ela não teve espaço suficiente para se virar no útero…

            - Batimentos cardíacos caindo!

            - Vamos ter que acelerar o parto, vamos perder a mãe!

            - O senhor vai ter que se retirar – disse uma das enfermeiras.

            - Mas eu estou quieto, eu não estou interferindo em nada!! – Por mais que eu tentasse bater o pé eles não me deixaram ficar e, quando tentei ver o nascimento da minha filha pelo vidro da sala, eles fecharam uma cortina… Eu tinha a impressão de que Marie podia me ouvir, mas de repente ela não estava mais comigo, parecia que só eu segurava sua mão e ela suava frio…

            Fui até a recepção, onde talvez eu pudesse ter mais notícias. Fiquei observando o relógio e as horas se passaram até que finalmente alguém veio falar comigo.

            - Senhor Hernandez?

            - Sim, sou eu! – era o Dr. Jackson, que tinha acompanhado Marie desde o começo.

            - Desculpe ter ficado tanto tempo sem notícias. Foi um parto complicado, tivemos que estabilizar sua esposa antes de terminá-lo. Mas a boa notícia é que já pode se encaminhar ao quarto e assistir à primeira amamentação de seus gêmeos.

            - Eu… Eu sou pai? VOCÊS OUVIRAM ISSO? EU SOU PAI! É, EU MESMO!

            - Parabéns! – o médico disse rindo e me abraçando.

             (…)

            Enquanto se encaminhava ao quarto, Bruno viu umas flores bonitas em um vaso no corredor da clínica.

            - Bom, ninguém vai reparar…

            Fez um buquê como pôde e, ajeitando-o atrás das costas, bateu na porta.

            - Por acaso esse é o quarto das duas princesas e do príncipe da minha vida?

            - Hm… Acho que não, moço. Aqui só tem uma mulher vazando leite e dois esfomeados que não param de sugar…

            Rindo, Bruno tirou o “presente” de trás das costas.

            - Trouxe pra você… Deu o maior trabalho pra encontrar… - ele disse beijando-a.

            - Hm… Porque eu tenho a impressão que vi isso perto da recepção?

            - Acho que a anestesia te deixou confusa, amor… Mas pode deixar que eu vou colocar aqui no vaso pra você.

            Ouvindo um resmungo, Bruno se aproximou da cama.

            - Mas como sugam! Sabe, vocês tem que deixar isso aí pro papai!

            Marie olhou pra ele com um olhar censurador, fazendo-o rir.

            - Eu te avisei… E, adivinha… O menino é o que come mais.

            - Esse é o meu garoto! Mas e ela… Está melhor?

            - Está sim. E não fica muito atrás dele… Quer segurá-la? Porque se eu tirá-lo daqui, ele vai chorar.

            - Com o maior prazer! Vem com o papai, princesa! – ele disse já se ajeitando para segurá-la.

            - Tão linda… Você quase me fez infartar, Melodie!

            - Melodie?

            - É o nome dela, oras – ele fez bico.

            - Ótimo, então deixa eu segurá-la e faça o Prince dormir.

            - Prince?

            - É o nome dele, oras – ela fez bico.

            - Sabe, esse nome vem a calhar, porque depois daquela noite ouvindo Prince no carro e…

            - Sim, sim, já percebi que você entendeu – ela começou a rir constrangida.

            (…)

            - Posso sentar aí? – ele disse um tempo depois que a enfermeira saiu levando os bebês para o berçário.

            - É claro – ela disse dando um jeito de chegar pro lado.

            - Sabe… Depois de hoje, eu percebi que é isso. A vida não pode ficar mais doce que isso. Obrigado por tudo. Obrigado por esses filhos lindos. Obrigado por existir, pelo maior presente que um homem pode receber na vida. Eu te amo – ele beijou sua testa e em seguida, seus lábios, repleto de ternura. Por favor, nunca vá embora. Eu não existo mais sem você. Sem vocês.

            - E nem eu sem vocês – ela finalmente dormiu, sem mais forças.

louisemaryj asked: termina logo, pfvr. suas historias são perfeitas u_u

Nhaaaw, obrigada! Juro que vou tentar ):